Comentários em Real Player.
acesse
 
Confira aqui os dias e horários do Consumidor-RS.
 
 
Deixe aqui sua reclamação ou dúvida quanto a seus direitos como consumidor. Nossa assessoria jurídica responderá o mais breve possível.
 
   
Este espaço é seu: deixe suas sugestões, opiniões e recados!  
  Receba por e-mail as principais notícias e novidades da semana!  
assine
  Pesquise no nosso banco de notícias
 
  pesquise  


Comentarista: José Arthur Assunção
Rumo ao crescimento

O Brasil segue rumo ao crescimento. O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) supreendeu ao baixar em 1,5% a Selic, taxa básica de juros da economia. A queda, embora maior do que a prevista, já era aguardada desde a divulgação da última ata do Copom, em outubro. Na ocasião, o Banco Central indicou que ainda haveria grande espaço para corte dos juros.

A contínua desaceleração da inflação permitiu que a taxa chegasse a 17,5%, o que dará forte impulso à retomada do crescimento. É preciso agora recuperar a economia. Do contrário, o Governo Lula corre o risco de perder a sustentação política. Mas, pelo andar da carruagem, isso dificilmente ocorrerá.

A maioria dos indicadores aponta para a retomada do crescimento econômico. Além disso, quase R$ 32 bilhões serão injetados na economia até dezembro. Esse montante equivale a quase 2,5% do Produto Interno Bruto brasileiro. Representa basicamente o pagamento do 13º salário e reajustes de grandes categorias profissionais, como os bancários e os metalúrgicos.

A economia começou a mostrar sinais de melhora em setembro, com a volta do crescimento da atividade industrial. Embora os níveis de emprego ainda continuem frágeis e o consumo tenha voltado a crescer só agora, há grandes expectativas para dezembro.

Os críticos da queda nos juros podem afirmar que a inflação acelerou em agosto e setembro. Mas eles se esquecem, ou não querem ver, que ela foi pressionada por fatores pontuais, como a entressafra de alimentos e preços administrados.

A previsão é de que a inflação de 2004 fique abaixo da meta oficial de 5,5%. Por isso, não se justifica manter a política monetária tão apertada nos próximos meses. No curto prazo, não há nenhuma previsão de repique inflacionário.

Ao chegar aos 17,5%, a taxa Selic ainda é muito similar à praticada em meados de outubro de 2002, quando estava em 18%. Foi a partir dali que o Banco Central deu início a um ciclo de forte arrocho monetário, elevando os juros em 3%. Muito me alegra ver que a situação começa a voltar à normalidade.

Falta apenas a reunião do Copom de dezembro para comprovarmos que a fase de arrocho terminou. O Governo vem agindo de forma prudente. Foi duro quando necessário. Agora, é hora de afrouxar a política econômica. 2004 vem aí. E, com ele, o crescimento.

Revisão e edição: Renata Appel


Presidente do Sindicato das Financeiras dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, Vice-Presidente da Federação Nacional das Empresas de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi) e Diretor da ASB Financeira  
e-mail do autor: jala@asb.com.br
 
 

Nossos comentaristas:
1. Adeli Sell
2. Aldemir Spohr
3. Alexandra Periscinoto
4. Alexandre Appel
5. Alexandre Diamante
6. Alvaro Trevisioli
7. Ana Cláudia Guimarães e Souza de Miguel
8. Ana Paula Simone de Oliveira Souza
9. Ana Rique
10. Andrea Cristina Sakata
11. Andrea Mente
12. Antonio Luís Guimarães de Álvares Otero
13. Augusto Paes Barreto
14. Benny Spiewak
15. Carlos Alberto Pescada
16. Carlos Eduardo Dantas
17. Carolina Memran Schreier
18. Chan Wook Min
19. Cláudia Domingues
20. Claudia Yamana
21. Cláudio Boriola
22. Conceição Clemente
23. Dalmir Sant Anna
24. Daniel Maranhão
25. Daniella Augusto Montagnolli Thomaz
26. Diego Lopes
27. Domingos Sávio Zainaghi
28. Eduardo de Oliveira Gouvêa
29. Emerson Kapaz
30. Eric Jean Peleias
31. Eric Slywitch
32. Eunice Casagrande
33. Fabiano Carvalho
34. Fábio Alexandre Lunardini
35. Fábio Lopes
36. Fernando Quércia
37. Gabriel Aidar Abouchar
38. Gilson Rasador
39. Giselle Ferreira de Araújo
40. Gislaine Barbosa de Toledo
41. Greyce Lousana
42. Grijalbo Fernandes Coutinho
43. Guilherme Iglesias
44. Hugo Cavalcanti Melo Filho
45. Istvan Kasznar
46. Joandre Antonio Ferraz
47. João Felipe Consentino
48. Jordão de Gouveia
49. José Arthur Assunção
50. José Eduardo Ribeiro Lima
51. Juliana Girardelli Vilela
52. Leôncio de Arruda
53. Lúcia Farias
54. Luciane Varela
55. Luciano Athayde
56. Luiz Fernando Lucas
57. Luiz Fernando Mussolini Junior
58. Luiz Renato Roble
59. Luiz Riccetto Neto
60. Marcelo Amorim
61. Márcia Trevisioli
62. Marco Antonio Sabino
63. Marcos Antonio Ribeiro
64. Maria Elisabeth de Menezes Corigliano
65. Maria Inês Arruda de Três Rios
66. Maria Lucia Benhame
67. Marilice Costi
68. Mario Ernesto Humberg
69. Mônica Cilene Anastácio
70. Mônica Miranda Franco Vilela
71. Natali Araujo dos Santos Marques
72. Newton Eduardo Busso
73. Paulo Antenor de Oliveira
74. Pedro Lessi
75. Pérsio Ferreira Rosa
76. Rafael Augusto Paes de Almeida
77. Rafael Motta e Correa
78. Rafaela Domingos Lirôa
79. Reginaldo Minaré
80. Régis Fernandes de Oliveira
81. Renata Appel
82. Roberto Monteiro
83. Rodnei Iazzetta
84. Rodrigo Barioni
85. Rodrigo Jacobina
86. Rodrigo Maitto da Silveira
87. Rosana Marques Neto
88. Rosely Lemos
89. Rubens Naves
90. Tom Coelho
91. Valdomiro Soares
92. Victor Polizzelli
93. Werner Kugelmeier
94. Ziara Abud

::Dicas para o consumidor::
© 2001 Consumidor RS...
Página Inicial Entrevistas Notícias Comentaristas Boletim Fórum Estadual de Defesa do Consumidor Variedades Consumidor RS recomenda
Parceiros Consumidor-RS
 > Quem somos
 > O que fazemos
 > Nosso compromisso
 Principais links de  interesse dos  consumidores
 Fale conosco. A sua  opinião é muito  importante para nós.
Como será seu comportamento de consumo neste final de ano em pleno momento de crise econômica mundial?
Vou seguir fazendo compras da maneira que sempre fiz todos os anos!
Terei mais cautela na hora de comprar, com preços e formas de pagamento.
Vou comprar e gastar o mínimo possível!
Estou alheio(a) a este tema./O assunto não me preocupa.