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Maior aceleração na primeira semana de março foi em Recife; Porto Alegre ficou com a maior taxa Na primeira semana de março, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) registrou aceleração em seis das sete capitais pesquisadas. Em Recife, a taxa saiu de 0,30% na semana encerrada em 28 de fevereiro para 0,74% na semana seguinte – uma diferença de 0,44 ponto percentual, sendo este o maior avanço registrado entre as capitais no período analisado. Entretanto, a maior taxa da semana foi apurada em Porto Alegre, 1,37%. A cidade de Salvador foi a única a registrar recuo no período, passando de 0,46% para 0,42%. Cada capital Na tabela abaixo, é possível conferir os índices de cada capital nas semanas encerradas em 28 de fevereiro e 07 de março:
São Paulo Considerando o resultado de São Paulo, o item hortaliças e legumes (de 5,52% para 6,85%) foi o que mais contribuiu para a aceleração do índice, ao passo que o tarifa de ônibus urbano (de 1,45% para 0,00%) apresentou a maior desaceleração na primeira semana de março. Outros itens que contribuíram para o aumento do indicador foram: roupas (de -2,05% para -1,32%), show musical (de -2,31% para 1,40%) e empregada doméstica diarista (de 0,40% para 1,16%). Considerando os grupos, Alimentação exerceu a maior influência para o resultado obtido no período, saindo de 1,43% para 1,91%. Vestuário (de -1,20% para -0,93%), Educação, Leitura e Recreação (de -0,05% para 0,06%) e Habitação (de 0,22% para 0,24%) também registraram altas. Já os grupos Transportes (1,22% para 0,66%), Despesas Diversas (0,47% para 0,45%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,60% para 0,59%) desaceleraram no período analisado. Rio de Janeiro Na capital fluminense, as maiores influências para o aumento do índice foram dos grupos Alimentação, que passou de 0,86% para 2,29% em uma semana, e Despesas Diversas, que foi de 0,55% para 0,89%. Também registraram acréscimos os grupos Transportes (de 3,27% para 3,40%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,01% para 0,02%). Já os grupos Habitação (de 0,29% para 0,28%), Vestuário (0,14% para -0,49%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,34% para 0,33%) recuaram entre a última semana de fevereiro e a primeira de março. Autor: Gladys Ferraz Magalhães Fonte: InfoMoney |
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