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Dia dos Pais: uma reflexão sobre os pontos de vitória do homem
   
     
 


01/08/2014

Dia dos Pais: uma reflexão sobre os pontos de vitória do homem
Análise da pesquisadora e escritora Maria Alice Schuch

A cada ano a figura do pai se transforma nas relações familiares e sociais. Conforme a pesquisadora e escritora Maria Alice Schuch, uma reflexão sobre pontos de vitória ao homem contemporâneo se torna propícia para celebrar o Dia dos Pais neste 10 de agosto.

Maria Alice Schuch estuda o universo feminino há doze anos. Nas suas apresentações, ela discorre sobre a importância do papel do pai quando afirma que a mulher precisa de um marido que a ajude a ser grande, realizada e feliz.

“Homens e mulheres são complementares, mas, para que isto seja possível, é necessário maturidade”, diz. Essa qualidade nas relações familiares vai ao encontro de homens que desejam um relacionamento vencedor. “Para isso, eles investem em ajudar a mulher”, completa.

Na obra “Mulher: aonde vais? Convém?”, Maria Alice Schuch cita que um dos pontos de vitória para o homem surge quando ele, pai de família, não pretende que a companheira seja sua subalterna ou sua mãe, atendendo a seus caprichos e infantilidades.

A autora é clara: caso a esposa seja infantil ou inferior, o relacionamento deixa de ser possível. Logo, correto está o marido que não trata a sua companheira como criança.

Schuch comemora com os homens o desenvolvimento da atuação masculina no ambiente familiar. “Os pais contemporâneos tratam as suas mulheres como pessoa e inteligência. Quando elas não aceitam e não crescem, o homem entende que é muito perigoso manter alguém frustrado junto de si”.

A história revela uma educação que vinha sendo aplicada erroneamente à formação do homem. As últimas gerações progressivamente fazem as correções e, a cada ano, o Dia dos Pais ganha um contexto que potencializa relações familiares saudáveis.

“Vamos comemorar”. Segundo as pesquisas de Schuch, existe um acordo tácito já em vigor na sociedade de que homens inteligentes já não seguem a cultura do ser chefe, dominar a mulher, mandar sempre, independente ser líder ou não, ou do quântico de inteligência e de energia que possui.

O pai de família acumula vitória quando não se apropria da intuição feminina, excluindo-a do processo. “Nesse caso, ele cai: nosso Em Si não quer o que não lhe pertence”.

Na síntese de Schuch, entendidos esses pontos, tudo se torna mais fácil.

Fonte: WH
Autor: Redação
Revisão e edição: de responsabilidade da fonte
Autor da foto: Maurício Tavares


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